A Agricultura Orgânica é um jeito natural de produzir alimentos, sem contraindicações. Esse método exclui o uso de agrotóxicos, adubos químicos solúveis, hormônios, sementes transgênicas, irradiações e qualquer tipo de aditivo químico.

Pode ser definida como um sistema de produção ecologicamente equilibrado e estável que resgata os ensinamentos da natureza combinados com tecnologias modernas de produção.

Esse modelo de produção tem se fortalecido a cada ano, já que os benefícios proporcionados têm atraído vários consumidores, tanto dos países desenvolvidos quanto das nações subdesenvolvidas. No entanto, os produtos desse modelo agrícola são mais caros e algumas frutas, verduras e legumes apresentam menor volume. Portanto, os produtos orgânicos ainda não são acessíveis à maioria da população. Outro fator agravante é que alguns produtos orgânicos não são identificados por simples observação, podendo haver a introdução de produtos considerados não orgânicos entre eles.

No Brasil, a agricultura orgânica é desenvolvida em cerca de 15 mil propriedades certificadas, em que 70% delas pertencem a agricultores familiares. O Estado do Paraná concentra maior número de agricultores orgânicos no país.

A agricultura orgânica surgiu na década de 1940 com o agrônomo inglês Albert Howard. O princípio básico é trabalhar o solo como fonte de vida. Baseado na melhoria da fertilidade do solo por um processo biológico natural, pelo uso da matéria orgânica e policultivos, mostrando que a saúde do solo se reflete na saúde das plantas e das pessoas. Como as outras correntes, essa proposta é totalmente contrária à utilização de qualquer aditivo químico em todas as etapas do processo.

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