Preparo do solo para plantio de algodão

Preparo do solo para plantio de algodão

O manejo do solo se constitui de práticas simples e indispensáveis ao bom desenvolvimento das culturas, como a do algodão e compreende um conjunto de técnicas que, utilizadas racionalmente, proporciona alta produtividade. No entanto, se mal utilizadas podem levar à destruição dos solos a curto prazo, podendo chegar à desertificação de áreas extensas. Na cultura do algodão por exemplo, o preparo do solo deve ser feito com capricho, pois ele é importante para a germinação, para o desenvolvimento e para os cultivos. Observe que o solo que vem sendo utilizado há anos seguidos para uma mesma cultura deve receber aração para que esteja pronto para o início de um novo plantio.

São quatro os tipos de manejo do solo.

– Preparo convencional: É a inversão da camada arável do solo, mediante o uso de arado. Este tipo de preparo só deve ser utilizado quando da correção de algumas características na subsuperfície do solo.

– Preparo mínimo: Consiste no uso de implementos sobre os resíduos da cultura anterior.

– Plantio direto: As sementes são semeadas através de semeadora especial sobre a palhada de culturais do cultivo anterior.

– Plantio semidireto: Semelhante ao Plantio direto.

Quando o solo sofre com a presença de ervas daninhas recomenda-se que sejam feitas duas arações. Ressaltamos que não é indicado fazer mais do que duas arações. Uma gradeação ou talvez duas quando o terreno estiver com intensa sementeira às vésperas da semeação, são suficientes.

Quando o terreno é recém desbravado, em terras de mata ou capoeira, após a derrubada, se usar o fogo para queima da galhada o algodão deve ser precedido, pelo menos de 1 ano, por outra cultura, como o milho, por exemplo.

A profundidade normal de aração é de 30 cm, mesmo porque, a grande maioria das raízes do algodoeiro, assim como toda adubação, fica nos 20 cm, superiores do solo. Numa terra que vem sendo cultivada continuamente é recomendável, a cada 5 anos, fazer uma aração mais profunda.

Como você pode ver, o manejo do solo se constitui de práticas simples e indispensáveis ao bom desenvolvimento das culturas e compreende um conjunto de técnicas que, utilizadas racionalmente, proporciona alta produtividade.

 

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