Até hoje, não se sabe exatamente quando e onde os feijões passaram a ser cultivados pela primeira vez. A hipótese mais provável talvez seja de que o mesmo tenha surgido na Mesopotâmia, por volta de 7000 anos a.C. De fato, o feijão fez parte da alimentação humana desde as primeiras civilizações. No Egito o mesmo era considerado um símbolo da vida.

As três espécies de feijão mais cultivadas no Brasil são: o feijão comum (Phaseolus vulgaris), também chamado de “carioca”, que é o mais consumido no país; o feijão macassa (Vigna unguiculata), base da alimentação de muitas populações rurais, especialmente das regiões Norte e Nordeste; e o feijão-guandu (Cajanus cajan), muito usado na alimentação de animais.

Ao longo de vários anos, o grão se tornou uma das principais fontes de nutrientes para os brasileiros. De fato, o feijão é uma excelente fonte protéica, além de ter boas quantidades de carboidratos, substâncias que garantem a energia necessária para o funcionamento do corpo. O mesmo é uma ótima fonte de ferro, vitaminas do complexo B e fibras. Se considerarmos seu alto valor nutritivo, podemos concluir que o feijão não é um alimento de alto teor calórico.

Mesmo com todo seu valor nutritivo, o brasileiro vem reduzindo seu consumo do grão nos últimos anos. Essa redução do consumo é associada ao aumento da incidência de doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade.
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