20_03_blog

Dicas e Curiosidades sobre a Produção de Feijão

Até hoje, não se sabe exatamente quando e onde os feijões passaram a ser cultivados pela primeira vez. A hipótese mais provável talvez seja de que o mesmo tenha surgido na Mesopotâmia, por volta de 7000 anos a.C. De fato, o feijão fez parte da alimentação humana desde as primeiras civilizações. No Egito o mesmo era considerado um símbolo da vida.

As três espécies de feijão mais cultivadas no Brasil são: o feijão comum (Phaseolus vulgaris), também chamado de “carioca”, que é o mais consumido no país; o feijão macassa (Vigna unguiculata), base da alimentação de muitas populações rurais, especialmente das regiões Norte e Nordeste; e o feijão-guandu (Cajanus cajan), muito usado na alimentação de animais.

Ao longo de vários anos, o grão se tornou uma das principais fontes de nutrientes para os brasileiros. De fato, o feijão é uma excelente fonte protéica, além de ter boas quantidades de carboidratos, substâncias que garantem a energia necessária para o funcionamento do corpo. O mesmo é uma ótima fonte de ferro, vitaminas do complexo B e fibras. Se considerarmos seu alto valor nutritivo, podemos concluir que o feijão não é um alimento de alto teor calórico.

Mesmo com todo seu valor nutritivo, o brasileiro vem reduzindo seu consumo do grão nos últimos anos. Essa redução do consumo é associada ao aumento da incidência de doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade.
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11_03_blog

Como surgiram as primeiras ferramentas

Desde o início, nossos ancestrais tiveram de começar a usar a natureza a seu favor. Se você parar apenas alguns instantes para pensar, o ser humano é um ser muito frágil e justamente por causa da sua fragilidade ele teve de começar a desenvolver ferramentas que o ajudassem a sobreviver.

A primeira ferramenta que se tem notícia é um machado de mão, feito com pedra lascada. Ela possui uma ponta afiada de um lado e é arredondada do outro. Depois que o ser humano começou a fazer ferramentas tudo mudou: eles descobriram que tais ferramentas podiam ajudá-los a se defender, pescar, caçar e cultivar a terra. Daí em diante o homem começou a transformar a natureza a seu favor e usa a pedra como principal matéria prima para fabricar facas, serras, martelos, enxadas, lanças, entre infindáveis outras ferramentas. Todas elas foram fundamentais para sobrevivência do homem, especialmente na agricultura onde desenvolveram o arado, a enxada, a foice.

Com o tempo, o homem primitivo descobriu que podia moldar e transformar os materiais com o barro, a cerâmica. Que grande passo tecnológico! Eles perceberam que quando a argila estava molhada, ela ficava flácida, fácil de moldar. Perceberam também que quando a argila estava seca, ela virava pó. Foi então que descobriram que se a argila fosse exposta a 600 graus centígrados de temperatura, ela não se desmanchava na água e mantinha sua forma.

O homem descobriu também que podia imaginar qualquer objeto e torná-lo realidade com a cerâmica. Tempos depois descobriu que podia fazer a mesma coisa com os metais, começando com o cobre, depois o bronze, até chegar ao ferro.

O processo mais usado era o forjamento, ou seja, ele martelava a forma de aquecida de metal até conseguir o objeto que ele queria. Mas todo esse processo não era fácil de fazer, porque, quanto mais o homem forjava, soldava e dava acabamento nas peças, mas ele sentia a necessidade de especializar o seu trabalho. Foi assim que surgiram os primeiros profissionais na fabricação de ferramentas.

Em 500 anos antes de Cristo, já era possível ver muitas ferramentas mecânicas como tenazes, unções, rodas hidráulicas, formões, diversos tipos de martelos e outras ferramentas já tinham um aperfeiçoamento bem razoável.
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19_02_blog

Calendário agrícola: Porque é importante saber as melhores épocas para plantar!

O principal objetivo do calendário agrícola é orientar o agricultor em relação à época correta para a adubação, a quanto tempo leva do plantio a colheita, entre outros.

Considerando a extensão do território brasileiro e a variedade de produtos compatíveis com nosso solo, o calendário agrícola funciona como um guia para facilitar a vida do agricultor.

O planejamento é o primeiro passo em qualquer trabalho, e na agricultura não poderia ser diferente. Para isso, o produtor deve observar tudo o que acontece ao seu redor, desde a necessidade da população até a sua capacidade de atender à demanda.

Ciente do que é possível fazer no seu sistema de produção e com orientação correta do manejo das máquinas e instrumentos, o produtor já começa a sua empreitada de forma mais efetiva. Somando isso ao calendário agrícola que deve ter em mãos, ele já tem o material necessário para levar a produção adiante, inclusive com informações valiosas a respeito de cada item a ser cultivado.

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07_02_blog

A produção de cana-de-açúcar no Brasil (e no mundo).

A cana-de-açúcar é uma das principais culturas do mundo, cultivada em mais de 100 países, e representa uma importante fonte de mão de obra no meio rural nesses países.
O Brasil e a Índia respondem, em conjunto, por pouco mais da metade da cana produzida mundialmente. Tal fato assume especial relevância quando se consideram possíveis expansões da produção de cana, principalmente pela grande diferença de modelos de produção agrícola consagrados no Brasil.

Apesar da importância econômica da cana-de-açúcar, sua cultura representa muito pouco em termos de ocupação de área, quando comparada àquelas dedicadas à produção de grãos.
No Brasil, a cana-de-açúcar é a terceira cultura temporária em termos de ocupação de área, bem atrás da soja e de milho. A produção de cana no Brasil cresceu de forma acelerada após o estabelecimento do Proálcool, em novembro de 1975.

O cultivo da cana só voltou a crescer na safra 93/94, desta vez, motivado pelo aumento das exportações de açúcar. A partir daí, o crescimento da produção tem ocorrido de forma contínua (com exceção do período entre 1998 a 2001, quando houve uma queda gerada pela crise no setor). Com o sucesso dos veículos flex fuel, lançados no mercado nacional em 2003, a produção de cana-de-açúcar voltou a ter um crescimento acelerado.
Esse incremento recente causado pelo aumento da demanda interna por álcool hidratado e expectativa de ampliação da exportação impulsionou a expansão de aproximadamente 100 novas unidades produtoras nos últimos anos, principalmente no oeste do estado de São Paulo e seu entorno.

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16_01_blog

O cenário da produção de cacau no Brasil

A produção de cacau acontece em seis estados brasileiros, alcançando 66 mil propriedades rurais, 33 mil delas no Sul da Bahia, maior estado produtor, seguido do Pará. A elevada rentabilidade obtida com o cultivo, em meados do século passado, e as condições de solo e clima favoráveis impulsionaram a rápida expansão do cacau e a consolidação da agroindústria do cacau no Brasil. Entretanto, no final da década de 80, a atividade foi afetada por uma grave crise estrutural e conjuntural com o aparecimento e a propagação da doença vassoura-de-bruxa.

Os problemas motivaram a reestruturação da cadeia produtiva do cacau e, nos últimos 12 anos, a produção voltou a crescer, reflexo direto da adoção de tecnologias desenvolvidas pela pesquisa e assistência técnica dos centros da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os resultados são verificados nas safras, desde 2003. Naquele ano, a produção era de menos de 170 mil toneladas e passou, em 2013, para 261,7 mil toneladas de amêndoas secas. E em 2014, a produção continuou em ascensão, com 279 mil toneladas, a maior safra dos últimos 20 anos. Hoje o Brasil é o 5º maior produtor de cacau com 90% de exportação.

Do fruto do cacaueiro se extraem sementes que, após sofrerem fermentação, transformam-se em amêndoas, das quais são produzidos o cacau em pó e a manteiga de cacau. Atualmente, toda a produção da matéria-prima do cacau, (as amêndoas secas), é consumida internamente no Brasil.

O processo produtivo inclui basicamente quatro agentes:
• A primeira representa a propriedade rural ou unidades de produção de cacau;
• A segunda etapa são os agentes intermediários, definidos como pequenos, médios e grandes compradores.
• A terceira é formada pelas indústrias de processamento de amêndoas secas para produção de pasta, licor, manteiga de cacau, torta e pó;
• E a quarta e última etapa refere-se à indústria chocolateira do país e às vendas dos subprodutos no mercado externo.

O cacaueiro e os tipos de cacau:

O cacaueiro prefere altitudes entre 400 a 700 metros do nível do mar, e se desenvolve melhor a sombra de árvores maiores. Precisa de chuvas regulares, solo profundo e fértil.

É uma árvore frágil, delicada, sensível a extremos climáticos, muito vulneráveis às pragas a fungos. Sua altura atinge entre 5 e 10 metros na maturidade e os primeiros frutos podem ser colhidos mais ou menos 2 a 3 anos após o plantio.

Cada fruto contém entre 20 a 40 sementes envoltas numa polpa macia de cor marrom embranquecida. Quando da safra, o cacau é colhido, aberto, as sementes são separadas, fermentadas e secas.

Existem basicamente três variedades de cacau: Forastero, Criollo e Trinitário. A variedade Forastero possui cotilédones de cor púrpura, devido à presença de antocianinas e é, comercialmente, a variedade mais abundante. O cacau Criollo, classificado como mais suave (já que as antocianinas responsáveis pelo sabor ‘forte’ e adstringente estão ausentes), possui cotilédones brancos sendo considerado de qualidade superior; entretanto, é menos vigoroso e mais vulnerável a doenças que o primeiro. A terceira variedade, Trinitário, é um híbrido entre o Forastero e o Criollo. Possui esse nome, pois foi extensamente cultivada na ilha de Trinidade depois de uma devastação, no século XVII, das árvores da variedade Criollo.

Seus cotilédones possuem coloração que varia de branco até púrpura.

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Derriça no chão conheça essa técnica e saiba o passo-a- passo para uma boa colheita de café.

Derriça no chão conheça essa técnica e saiba o passo-a-passo para uma boa colheita de café.

O cafeeiro pode ter até três floradas por ano, mas a amadurecimento dos frutos não é uniforme, uma mesma árvore pode apresentar frutos verdes, vermelhos e passas. Por isso a colheita do café pode acontecer de várias formas, e um das formas é a Derriça de Chão, que vamos falar hoje.

Uma maneira de ter sucesso na colheita é começá-la quando a maioria dos frutos das árvores estiverem em estágio cereja (vermelhos), nessa fase apenas 5% dos frutos de café estão verdes. A técnica mais popular de colheita é a derriça, que é a retirada dos frutos das árvores de uma vez só e pode ser feita manualmente ou com a ajuda de máquinas.

Já no sistema de derriça no chão que é uma variação da técnica derriça, os trabalhadores da lavoura retiram os frutos de galho em galho e os jogam no solo. Geralmente, folhas e pedaços de galhos são retirados junto com o café e, por isso, muitos cuidados devem ser tomados antes dos grãos começarem a ser colhidos.

Para garantir a qualidade do café uma série de processos devem ser feitos antes de dar início a colheita do café e depois também.
São eles:

1. Arruação – é limpar o terreno, principalmente embaixo das árvores do café. Este processo é importante para que os frutos que serão jogados no chão não se misturem a restos orgânicos. E geralmente os ciscos e galhos que são retirados na limpeza são amontoado nas ruas dos cafeeiros.

2. Varrição – para não prejudicar a qualidade dos grãos, os cafés caídos antes da colheita devem ser recolhidos e secos separadamente dos que serão retirados do pé, pois estão eles estão mais passíveis de fermentação indesejada.

3. Derriça – retirada dos frutos da árvore, deixando-os cair diretamente no chão.

4. Rastelação – a ferramenta rastelo será usada para recolher os frutos que foram derriçados e colocar estes frutos em peneiras.

5. Abanação – nesse passo os cafés que foram para a peneira são jogados para cima para que  pó, gravetos, galhos, folhas e pequenas pedras sejam separados dos frutos colhidos.

6. Esparramação – depois da colheita feita os resíduos recolhidos com o rastelo serão espalhados no terreno para secar.

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ENXADA E ENXADÃO SAIBA DIFERENCIÁ-LAS.

Enxada e enxadão saiba diferencia-las. Enxada e enxadão são ferramentas bastante utilizadas no meio agrícola, mas você sabe a diferença entre elas? Sabe como utilizar cada uma? Hoje trouxemos essas informações para você que é agricultor ou fornecedor desses produtos. 

A Enxada tem um formato meio triangulado e é curta, ela será usada na capina do terreno que vai ser preparado para a jardinagem ou plantação, ela irá retirar o mato que está no solo. A enxada também serve para escavar, espalhar e misturar a terra ou o adubo por exemplo. Uma boa enxada deve ter a lâmina de aço e o cabo de madeira lisa, bem ajustado.

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O Enxadão diferente da enxada tem a lateral reta e é mais comprido, tem a lâmina mais estreita e mais grossa que a enxada comum. O enxadão, serve para misturar a terra mais dura, fazer “cortes” no solo. É mais utilizado em solos muito compactos, que exige muito trabalho para que a enxada seja utilizada. O enxadão também serve para campina, ajuda a retirar os matinhos para preparar o terreno para a plantação.

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AUMENTE A PRODUÇÃO AGRÍCOLA!

Um dos maiores dilemas do produtor rural é como aumentar a produção agrícola sem ter que aumentar a área de plantio. Hoje a Pegorari veio trazer dicas pra você produtor rural melhorar a sua produtividade. Trouxemos algumas técnicas que podem te dar maiores condições de melhorar a produção.

- Invista em novas tecnologias. A utilização de ferramentas modernas veio para potencializar o processo de tomada de decisões, além de estimular práticas que visam o cultivo de lavouras com menor impacto ambiental, diminuindo, por exemplo, o uso de agrotóxicos, sem perder a qualidade dos produtos.

- Agricultura de precisão. Está associado à utilização de aparelhagem de tecnologia avançada para avaliar e acompanhar de maneira mais precisa as condições das áreas de atividades agronômicas baseada no princípio da variabilidade do solo e clima. Estudos comprovam que a agricultura de precisão tem potencial para aumentar a produtividade agrícola e ainda ajuda a reduzir o impacto da atividade sobre o meio ambiente.

- Utilize abelhas nas plantações. Já foi comprovado cientificamente que, nas áreas onde é praticada a apicultura, a produção de qualquer cultura aumenta. A adição de abelhas nas plantações também ajuda na reprodução de plantas. Além disso, a apicultura pode se tornar mais uma atividade na sua propriedade.

- Utilize materiais e ferramentas de qualidade Sem eles, o cultivo seria muito mais precário e menos rentável. Entre as importâncias dos materiais e ferramentas, pode ser levado em consideração o melhoramento de terras consideradas inaptas para o cultivo, ferramentas de qualidade também ajudam a não danificar o solo. Precisando de material agrícola de qualidade?

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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Segundo a ONU, o desenvolvimento sustentável é capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.

Dessa forma prioriza-se a qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem. O primeiro passo para alcançá-lo é o planejamento, o segundo é o reconhecimento de que os recursos naturais são finitos.

Muitas vezes, desenvolvimento é confundido com crescimento econômico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentável, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.

A sustentabilidade envolve desenvolvimento econômico, social e respeito ao equilíbrio e às limitações dos recursos naturais. Com essa mudança de paradigmas é estabelecido um novo cenário para o processo de desenvolvimento das atividades agrícolas, florestais e pecuárias, conservando o solo e recuperando áreas degradadas.